terça-feira, 23 de agosto de 2011

Batalha Espiritual DESCOMPLICADA





Como, então, vencer as forças do mal?

Ah, simples: batalhando contra elas.
E como se dá essa batalha?
Com armas, claro.
Que tipo de armas? Armas humanas? Alguma técnica?
Não, armas espirituais! Veja Efésios 6.13-18:

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inaba­láveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.

Em suma, essas são as “armas”: a fé, a verdade, a justiça, a oração, a salvação, a Palavra de Deus, etc.

Então, a “batalha” espiritual não se faz com:
- técnicas
- palavras mágicas
- frases místicas ou chavões
- com informações secretas recolhidas dos demônios em suas manifestações
- estratégias importadas de outra religião
- mapeamentos, investigações
- caçando demônios
- com objetos mágicos, imantados...
- com fórmulas ocultas
- com ordens/orações dirigidas ao demônio... como é isso de orar ao demônio?!

Nada disso! Tais práticas são mais propriamente pagãs.
 
Como então, usamos as armas espirituais? E como se “usa”, por exemplo, as armas de Efésios?
Observe cuidadosa­mente a natureza do arsenal. Ela aponta para o ser. A questão aqui é o caráter pessoal.
Essa é toda a batalha espiritual, e o cristão a luta sendo cristão.
Usar as armas de Efésios não é outra coisa senão:
Orar [a Deus, unicamente!], crer, procurar ser justo e promotor da justiça, ouvir, proclamar e praticar a Palavra de Deus, etc.
Ponto?
Ponto.
Leia ainda:

1 - 1 Timóteo 1.18-19: "O filho Timóteo... combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência"

Como se dá o combate? Mantendo a fé e a boa consciência.

Alguma observação final?
Nessa batalha, somos, no máximo, coadjuvantes. Na Cruz, Cristo venceu por nós. Participamos vivendo à luz de seus méritos. E isso é toda a confissão de qualidade evangélica: o que passar disso, é outro evangelho.


Nenhum comentário:

Postar um comentário